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CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

Às Forças Armadas incumbe a defesa militar da República. As Forças Armadas estão ao serviço do povo português, são rigorosamente apartidárias e os seus elementos não podem aproveitar-se da sua arma, do seu posto ou da sua função para qualquer intervenção política.

A defesa da Pátria é direito e dever fundamental de todos os portugueses.

 

Mensagem do Presidente

  

Ser o mentor e obreiro que ergue a primeira Associação dos Amigos das Forças Armadas Portuguesas é uma honra. Os sacrifícios pessoais desta missão são  superados pela  felicidade de poder homenagear e honrar aos portugueses que, pela Constituição, têm o dever de a defender a Pátria, integrados nas Forças Armadas e pelo amôr e dedicação a Portugal.

A Associação, de modo transparente, apolítico e imparcial, procura congregar, de modo formal e informal, todos quantos já cumpriram, cumprem ou irão cumprir o seu dever cívico.  Os  objetivos definidos nos estatutos não deixam dúvida da árdua tarefa a que nos propusemos.

De realçar a abrangência do "Espaço CPLP" permitindo que se reforce a rede que une todos quantos falam a língua portuguesa. Também aqui são convidados neste espaço todos quantos queiram dar a sua "OPINIÃO" sobre as posições, panoramas e preocupações dos  temas específicos de cada país.


Artur Victoria

(Presidente do Conselho Diretivo)

Porto Liberal

Porto Liberal

                         PORTO LIBERAL

Autor - Professor Doutor Francisco Ribeiro da Silva  - ver   Curriculum Vitae

O Porto é uma cidade liberal tanto no sentido genérico de que fez da luta pela Liberdade uma imagem de marca mas também na aceção mais específica de que nela ocorreram os eventos decisivos para a instauração do liberalismo político no país e consequentemente para a abolição do absolutismo monárquico.

O século XIX foi o tempo da afirmação plena desse traço identitário. Primeiro, foi a constituição do Sinédrio (1818). Depois, a revolução de 24 de agosto de 1820, cujo palco foi o Campo de Santo Ovídio, hoje Praça da República. De seguida, a revolta de 16 de maio de 1828 contra a reimplantação do absolutismo miguelista, mais uma vez consumada naquele sítio. No ano seguinte, o suplício dos Mártires da Liberdade: execução nas forcas da Praça Nova dos 12 bravos que pagaram com a vida a sua dedicação à causa da liberdade. Em 1832-1833, o desembarque das tropas liberais comandadas por D. Pedro, a sua entrada na cidade, a que se seguiu o Cerco do Porto, em consequência do qual a monarquia constitucional veio a ser estabelecida sem retorno.

A toponímia das ruas e praças da cidade guarda boa lembrança dos heróis, dos valores e das lutas em prol do liberalismo. Alguma estatuária urbana e vários monumentos fúnebres recordam aos passantes e aos residentes as circunstâncias e os protagonistas desse período histórico. Mas não há na cidade um museu ou um centro de estudos dedicados ao liberalismo.

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