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CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

Às Forças Armadas incumbe a defesa militar da República. As Forças Armadas estão ao serviço do povo português, são rigorosamente apartidárias e os seus elementos não podem aproveitar-se da sua arma, do seu posto ou da sua função para qualquer intervenção política.

A defesa da Pátria é direito e dever fundamental de todos os portugueses.

 

Mensagem do Presidente

  

Ser o mentor e obreiro que ergue a primeira Associação dos Amigos das Forças Armadas Portuguesas é uma honra. Os sacrifícios pessoais desta missão são  superados pela  felicidade de poder homenagear e honrar aos portugueses que, pela Constituição, têm o dever de a defender a Pátria, integrados nas Forças Armadas e pelo amôr e dedicação a Portugal.

A Associação, de modo transparente, apolítico e imparcial, procura congregar, de modo formal e informal, todos quantos já cumpriram, cumprem ou irão cumprir o seu dever cívico.  Os  objetivos definidos nos estatutos não deixam dúvida da árdua tarefa a que nos propusemos.

De realçar a abrangência do "Espaço CPLP" permitindo que se reforce a rede que une todos quantos falam a língua portuguesa. Também aqui são convidados neste espaço todos quantos queiram dar a sua "OPINIÃO" sobre as posições, panoramas e preocupações dos  temas específicos de cada país.


Artur Victoria

(Presidente do Conselho Diretivo)

Porto Liberal

 

  Responsável - Professor Doutor Francisco Ribeiro da Silva  - ver   Curriculum Vitae

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O Conde de Samodães: o liberal combativo e o católico militante

Francisco de Azeredo Teixeira de Aguilar, o 2.º Conde de Samodães, nasceu na freguesia de Santa Marinha de Gaia, em 16 de julho de 1828 (…) Foi aluno do Colégio da Irmandade da Lapa, do Liceu de Lisboa e da Universidade de Coimbra (…) e muito cedo terá compatibilizado no seu espírito a defesa das liberdades constitucionais com a crença católica.
À cultura portuguesa prestou relevantíssimos serviços, não apenas como autor de livros mas também como jornalista católico.
Foi Provedor da Misericórdia do Porto, num período económico desfavorável para o país, e desempenhou ainda cargos importantes como por exemplo fundador e diretor da Real Companhia Vinícola do Norte, Ministro da Fazenda, Diretor da Sociedade do Palácio de Cristal e Presidente da Comissão Executiva da Exposição Industrial de 1897. 

Faleceu aos 90 anos de idade, a 12 de outubro de 1918.

(...) A sua existência tornou-se num inestimável valor do Património Humano, não apenas do Porto, onde foi uma das personalidades mais influentes na segunda metade de oitocentos até ao fim da Monarquia, mas também do País e da Europa.

Leia o artigo completo, aqui.

 

 

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